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Plano de retomada do Estado de São Paulo atinge recorde de abertura de empresas até outubro

Em meio à inflação em alta e outras questões nacionais, o Estado de São Paulo segue sendo a locomotiva do Brasil neste momento de retomada, com esforço e inúmeras iniciativas”, afirma Patrícia Ellen da Silva, secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo em entrevista exclusiva ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”, que pode ser visto no YouTube. Segundo ela, o Estado de São Paulo registrou recorde de abertura de empresas de janeiro a outubro deste ano, somando 236 mil novas empresas. “É o maior número anual da história, ultrapassando o recorde anterior, em 2019”, compara.

Entre os principais desafios para alcançar este resultado, segundo Patrícia Ellen, estavam a redução de burocracia para abertura e gestão de empresas, além do alto custo e dificuldade de acesso a crédito. “Criamos então o Balcão Único, sistema online de abertura de empresas em uma hora e com isenção da taxa. Aumentamos a oferta de microcrédito do Banco do Povo com redução de taxas e criamos a linha Nome Limpo, prestes a entrar em operação”, explica. Ela destaca ainda o Bolsa Empreendedor, com 100 mil vagas voltadas aos pequenos estabelecimentos. De acordo com a secretária, o plano de retomada econômica do governo do Estado tem base em cinco pilares:

  • Crescimento – Consiste em avaliar a vocação econômica de cada região, polos de desenvolvimento e arranjos produtivos locais para impulsionar a retomada. “Fizemos missões internacionais para atrair investimentos. A expectativa de crescimento para o Estado até final do ano é de 7,5%”, estima.
  • Investimento – Lançamento do Pró-São Paulo, com previsão de R$ 50 bilhões em dois anos, destinados à mais de oito mil obras e expectativa de 300 mil empregos diretos.
  • Fomentar o empreendedorismo – Com prioridade aos setores mais impactados pela pandemia.
  • Empregos – Com meta de gerar mais de um milhão de vagas formais em 2021.
  • Inclusão – “Um olhar criterioso a quem mais precisa, por exemplo, o número de mulheres que perderam emprego é maior em relação aos homens”, explica.

Ainda de acordo com Patrícia Ellen, todos que receberem auxílio do governo, precisam em contrapartida, passar por qualificação profissional e se formalizarem no mercado.